24.3.18

Lisa's Short Stories

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Olá, pudins <3 tudo bom com vocês?

Olha quem voltou hahaha Minhas aulas começaram mês passado, e eu ainda estou tentando me organizar aqui @-@ Ainda acho o ambiente bem intimidador. Dá um pouquinho de medo ver todas as qualificações dos meus professores, mas eles são bem legais. Também consegui fazer amiguinhos \o/ A maior parte nem é da minha sala ou do meu curso, essa é a magia dos pontos de ônibus hahaha

Recentemente, estive pensando em alguns "eventos" que aconteceram na minha vida e que seriam interessantes de contar aqui, mas que são bem curtinhos para fazer uma postagem inteira sobre eles. Então, no meio da noite, pensei em fazer uma compilação de algumas dessas histórias curtas, e chamar de Lisa's Short Stories.

Por enquanto, trago quatro, divididas em duas categorias. Se eu lembrar mais, vou anotando as ideias, e, quem sabe, isso não vira uma série aqui no blog?

  • Parte 1 - primeiras vezes falando inglês com nativos.
1. Quando eu tinha uns 13 anos, uma americana foi na minha igreja. Ela falava um pouco de português (imagine o básico do básico). Comecei a fazer curso de inglês com uns 8 anos, então resolvi me desafiar a testar o meu nível e fui tentar conversar com ela, junto com algumas amigas. Uma delas, muito confiante com a linguagem, foi super bem. Já eu nunca tinha falado com nenhum nativo, e sou introvertida, então fiquei num canto esperando uma oportunidade.

Essa oportunidade chegou. Ela olhou para mim e me perguntou algo. Eu entrei em pânico e não soube responder, até que alguém me disse que ela tinha perguntado o meu nome. Respondi, mas até hoje, cinco anos depois, não tenho ideia se ela perguntou em português ou inglês.

2. Em Junho de 2017, viajei para os Estados Unidos com os meus tios. Para isso, no ano anterior, fui fazer meu passaporte, e, como sou menor de idade, minha família optou pelo passaporte que já possui a autorização dos responsáveis para viajar sozinha - assim, não teríamos que providenciar uma autorização cada vez que eu fosse viajar, e pouparíamos tempo. Minha mãe comentou isso com meus tios no dia do embarque.

Quando chegamos nos Estados Unidos, passamos pela imigração, e meu tio explicou para a atendente que eu era a única que não morava com eles, pois era a sobrinha. Ela então perguntou "where's her father's authorization?" (onde está a autorização do pai dela?). O problema é que, quando minha mãe comentou do passaporte, meu tio não prestou atenção, pois estava fazendo o check-in. Na hora, ele entrou em pânico e pediu para ela perguntar de novo, para ganhar tempo. Então, tentei explicar para ela: "my passport authorizes me to travel by myself" (meu passaporte me autoriza a viajar sozinha), e ela, uma americana, foi procurar em um passaporte todo em português a parte que dizia isso. Nesse silêncio que parecia eterno, eu e meu tio estávamos desesperados com a possibilidade de eu ser mandada de volta para o Brasil, e minha tia, que não entende inglês, perguntou o que estava acontecendo.

No fim, deu tudo certo, mas o susto foi grande, hahahaha

  • Parte 2: razões pelas quais eu sempre fui da área de humanas.
1. Quando eu tinha uns 4 ou 5 anos, minha mãe foi visitar uma amiga e me levou junto. Para eu não ficar entediada, ela também levou folhas para eu desenhar. Chegando lá, ao invés de desenhos, resolvi escrever alguns números, me achando a intelectual. Escrevi do 1 ao 10, até que acabaram os números. Então, tive uma ideia: "e se eu colocar um dois do lado desse um?", e parecia a coisa mais inteligente que eu já tinha pensado na vida. Toda orgulhosa, fui mostrar para a minha mãe. Ela só disse: "ah, você fez os números!". Como ela não parecia tão impressionada, eu mostrei um "11" que tinha em um canto da folha e disse: "é, mas olha isso!", e ela respondeu: "que legal, você fez o onze!". Eu fiquei desapontada, pensando "não, mamãe, você não entendeu, eu inventei isso". Depois de um tempo, veio a realização de que eu tinha feito uma coisa totalmente ordinária, hahaha

2. Quando eu tinha 6 anos, na minha turma da escola tinha essa moda de dizer "os números são infinitos" (favor ler isso usando uma voz de criança metida) para parecer inteligente. O problema é que o conceito de infinidade não fazia o mínimo sentido para mim.

Então, no dia 31 de Dezembro de 2006, eu fui tomar banho para depois ir comemorar a virada do ano na casa dos parentes, e minha mãe disse: "se arruma bem porque 2007 não vai voltar".
nota rápida: eu tenho lembranças bem claras de ela dizer "2007", mas me recuso a pensar que no final de 2007 eu ainda não entendia que os números são infinitos.
E eu pensei. "como assim? Claro que vai! Um dia, o número dos anos vai acabar, vai começar tudo de novo, e vai ter outro 2007".

A pior parte é que eu não apenas não entendia que isso não ia acontecer, mas também não entendia a passagem do tempo, pois me imaginei numa virada do ano futura, dizendo "nossa, esse é o meu segundo 2007!".



Por enquanto é isso, conforme eu for lembrando de mais histórias, eu vou anotando e então conto mais! Espero que vocês estejam se sentindo mais inteligentes, hahaha

Se tiverem alguma história que tenha acontecido com vocês e queiram compartilhar, por favor deixem nos comentários, gostaria muito de ouvi-las c: Até o próximo post ☆*:.。.o(≧▽≦)o.。.:*☆

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